O programa mudou bastante nos últimos ciclos, principalmente com a criação da Faixa 4 em 2026, que passou a incluir a classe média. Veja como cada faixa funciona hoje — renda exigida, valor máximo do imóvel, juros e subsídio.
Faixa 1
Renda familiar bruta mensal até R$ 3.200
A faixa com as condições mais vantajosas do programa. Famílias que recebem Bolsa Família ou BPC podem, em alguns casos, ficar isentas do pagamento das parcelas.
Faixa 2
Renda familiar bruta mensal de R$ 3.200,01 a R$ 5.000
Uma das faixas com maior número de famílias atendidas: trabalhadores com carteira assinada, servidores públicos, autônomos e pequenos empreendedores.
Faixa 3
Renda familiar bruta mensal de R$ 5.000,01 a R$ 9.600
Não tem subsídio do governo, mas os juros seguem bem abaixo do financiamento tradicional — e ainda dá para usar o FGTS na entrada e na amortização.
Faixa 4 — a novidade de 2026
Renda familiar bruta mensal de R$ 9.600,01 a R$ 13.000
Criada para incluir a classe média, que antes ficava de fora do programa. Sem subsídio, mas com taxa de juros abaixo da praticada fora do MCMV, e cota de financiamento um pouco menor (girando em torno de 60% a 70%, contra 80% das demais faixas).
*Os valores de teto de imóvel, renda e juros são referência de 2026 e podem variar por decreto do governo e por região (capitais e regiões metropolitanas costumam ter tetos mais altos que o interior). Antes de decidir, vale sempre confirmar os números atualizados e simular o seu caso específico.
Posso te ajudar a identificar em qual faixa você se encaixa e simular, na prática, quanto ficaria a parcela e o subsídio para o seu perfil de renda.
Estou aqui para te ajudar a encontrar o melhor cenário dentro do Minha Casa Minha Vida.
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